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Híbrido

FII que combina tijolo e papel na mesma carteira, equilibrando renda recorrente e liquidez.

Estratégia de manter parte em ativos físicos (renda corrente, valorização patrimonial) e parte em CRI (liquidez, dividendos altos em juros altos). Funciona como diversificação interna do próprio fundo.

Exemplos: BTHF, RBED, RBVA. Vantagem: investidor não precisa rebalancear entre papel e tijolo, gestor faz. Desvantagem: gestor pode errar a alocação ou cobrar taxa alta.

Exemplo prático

FII híbrido com 60% em galpões logísticos e 40% em CRI. Em ciclo bom de Selic baixa, tijolo puxa valorização. Em Selic alta, papel paga dividendo gordo. Equilibrio ao longo dos ciclos.

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