Investimentos

Securitização

Processo de transformar fluxos futuros (recebíveis) em títulos negociáveis no mercado de capitais.

É a base do CRI, CRA, FIDC e debênture securitizada. Originador (construtora, banco, varejista) cede os recebíveis pra securitizadora, que emite títulos lastreados nesses fluxos. Investidor compra os títulos e recebe os pagamentos diretamente do fluxo securitizado.

Vantagens: pulverização de risco, isenção fiscal em alguns formatos, acesso a operações que não estariam disponíveis individualmente. Riscos: complexidade jurídica, qualidade da estruturação, risco do originador.

Exemplo prático

Construtora vende R$ 50 milhões de parcelas a receber pra securitizadora, que emite CRI de R$ 50 milhões pra investidores. Construtora ganha caixa antecipado, investidor ganha juros isentos.

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